Referências Bibliográficas da Disciplina

Principais:

  1. CREPEAU, E. B.; COHN, E. S.; SCHELL, B. A. B. Willard & Spackman – Terapia Ocupacional. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
  2. ROWLAND, L. P. MERRIT – Tratado de Neurologia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
  3. TROMBLY, C. A.; RADOMSKI, M. V. Terapia Ocupacional para Disfunções Físicas.  5.ed. São Paulo: Santos Editora,  2005.

Complementares:

  1. CARR, J., SHEPHERD, R. Reabilitação Neurológica – Otimizando o Desempenho Motor. 1.ed. São Paulo: Manole, 2008.
  2. CAVALCANTI, A; GALVÃO, C. R. Terapia Ocupacional – Fundamentação e Prática. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
  3. DAVIES, P. M. Passos a Seguir – O Manual para o Tratamento da Hemiplegia no Adulto. 1.ed. São Paulo: Manole, 1996.
  4. DAVIES, P. M. Exatamente no Centro – Atividade Seletiva do Tronco no Tratamento da Hemiplegia no Adulto. 1.ed. São Paulo: Manole, 1996.
  5. DAVIES, P. M. Recomeçando Outra Vez – Reabilitação Precoce Após Lesão Cerebral Traumática ou Outra Lesão Cerebral Severa. 1.ed. São Paulo: Manole, 1999.
  6. FINNIE, N. R. O Manuseio em Casa da Criança com Paralisia Cerebral. 3.ed. São Paulo: Manole, 2000.
  7. HAGEDORN, R. Ferramentas Para a Prática em Terapia Ocupacional. 1.ed. São Paulo: Roca, 2007
  8. SAÚDE, O. M.; CIF-CJ: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde – Versão para Crianças e Jovens. 1.ed. São paulo: Edusp, 2011.

Estatuto da Pessoa com Deficiência

estatutoPessoaComDeficiencia

Plano Viver sem Limite

Viver sem limite

Portarias COFFITO E SUS

CARTA doc Saúde Funcional

Políticas Públicas e pacto pela saúde

Políticas públicas e pácto pela saúde

Censo 2010 Pessoas com deficiência

cartilha-censo-2010-pessoas-com-deficiencia

Texto para o trabalho com a GAS

Texto para auxiliar no desenvolvimento da GAS Neuro 2014

Sitio referência para buscar avaliações

http://www.rehabmeasures.org/default.aspx

 


CIF

A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) é uma extraordinária ferramenta para pensar e classificar fatores que limitam a atividade e restringem a participação das pessoas. A CIF oferece uma linguagem padrão e uma estrutura para a descrição da saúde e dos estados relacionados à saúde. Ela é organizada em duas partes: Fatores de Funcionalidade e Fatores Contextuais; Os fatores de funcionalidade dizem respeito aos componentes Funções do Corpo, Estrutura do Corpo e Atividade e Participação; Os fatores contextuais dizem respeito aos fatores Ambientais e Pessoais, sendo que os fatores pessoais ainda não são classificados na CIF, mas devem ser considerados em termos de raciocínio clínico.   Existem domínios relacionados aos componentes classificados na CIF, por exemplo: força é um domínio da função do corpo; cérebro é um domínio da estrutura do corpo; andar pode ser classificado como um domínio da atividade; trabalho pode ser classificado como um domínio da participação; e, medicamentos, como um domínio do ambiente. 

A CIF pertence à família de classificações internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS), cujo membro mais conhecido é a CID-10.

Link das Referências da CIF: https://toneurologiaufpr.wordpress.com/2013/02/26/linksarquivos-referencias-cif/


Escala de Avaliação de Fugl Meyer – EFM

A Escala de Avaliação de Fugl-Meyer -EFM – é designada especificamente como avaliativa da recuperação do paciente hemiplégico. É dividida em cinco domínios: função motora, sensibilidade, equilíbrio, amplitude de movimento e dor. O domínio da função motora inclui mensuração do movimento, coordenação e atividade reflexa de ombro, cotovelo, punho, mão, quadril e tornozelo, totalizando 100 pontos, sendo 66 referentes à extremidade superior e 34 referentes à extremidade inferior. Dependendo do escore total o paciente pode ser classificado como tendo comprometimento severo, moderado ou leve. Em estudos que revisaram criticamente as propriedades psicométricas da EFM, os autores mostraram excelente confiabilidade e validade e sugeriram que a escala é sensível a mudanças. A tradução da EFM para a língua portuguesa baseou-se na versão original de 1975.

Entretanto, a versão traduzida em anexo baseia-se na atual versão da escala; e contém somente a avaliação do membro superior:
Fugl-Meyer MS
 Fugl-Meyer MMII

– Versão Americana e Manual de Utilização:
FMA-ue-english
Leaps Fugl Meyer (Manual de Utilização)

– Artigo de Validação nacional:
Estudo de Confiabilidade da Aplicação da EFM no Brasil