Estudo descritivo do desempenho na direção de automóveis em sujeitos sequelados por AVC

2013 – 2015

Estudo descritivo do desempenho na direção de automóveis em sujeitos sequelados por AVC

Descrição:  Esse estudo caracteriza-se como uma pesquisa exploratória descritiva, que  procura investigar a temática do desempenho direção na automóveis em pacientes sequelados por Acidente Vascular Cerebral (AVC). Procura identificar a história, hábitos e mudanças no desempenho na direção de automóveis, bem como avaliar funções relacionadas a esse desempenho, e assim, auxiliar no processo de decisão e retorno dos pacientes sequelados à atividade de dirigir. O presente estudo justifica-se pela escassez de artigos sobre o assunto no país, pela presença do trabalho de terapeutas ocupacionais sobre este tema em países desenvolvidos, e a necessidade de protocolos claros sobre direção segura para pessoas com deficiência, aqui representados pelo AVC, causa mais importante de incapacidade grave no mundo.
Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Graduação: (3) .

Integrantes: Renato Nickel – Coordenador / Andrea Maria Fedeger – Integrante / Marina Braga – Integrante / Nathália Cardoso – Integrante / Thiago Biadola – Integrante.

2015 – Atual

Com base os achados iniciais do projeto, a integrante Marina Braga apresentou uma proposta de mestrado para o Programa de Pós-graduação em Medicina Interna da UFPR, a qual foi aceita e já esta defendida. Em breve disponibilizaremos o link para acesso a mesma.

Renato


Reabilitação de Adultos com Hemiparesia sequelados por AVC

2012 – 2014

Reabilitação de Adultos com Hemiparesia sequelados por AVC – Processo de Intervenção em Terapia Ocupacional

Descrição: Este projeto de pesquisa tem por finalidade ser um projeto  guarda-chuva , para o desenvolvimento de uma linha de pesquisa baseada em modelos teóricos e práticos da Terapia Ocupacional junto a sujeitos adultos com diagnóstico de Acidente Cerebral Vascular. Seu objetivo geral é de desenvolver o conhecimento científico do profissional terapeuta ocupacional junto a esta população e seus objetivos específicos dizem respeito a diretrizes de ação para o desenvolvimento de subprojetos de pesquisas.
Situação: Em andamento.
Natureza: Pesquisa.

Integrantes: Renato Nickel – Integrante / Marcos Lange – Integrante / Elaine j. Navarro – Integrante / Diane Priscila Stoffel – Integrante / Vanessa de Oliveira Braz – Integrante / Keila Ferreira – Integrante / Caroline França – Integrante / Francielle Andreassa Wilsek – Integrante.

Colegas,

um dos artigos referente ao estudo foi publicado (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=0004-282X20170002&lng=en&nrm=iso).

Renato


Desempenho do sujeito com epilepsia no trabalho em uma perspectiva biopsicossocial…

2012 – Atual

Desempenho do sujeito com epilepsia no trabalho em uma perspectiva biopsicossocial: perspectivas relacionadas à doença, sujeito, familiares e empregadores.

Descrição: A epilepsia é uma doença neurológica crônica que atinge um grande número de indivíduos em todo o mundo. A epilepsia de lobo temporal refratária é a mais prevalente dentre os subtipos de epilepsia. Esforços têm sido feitos para controlar as crises e os efeitos dos medicamentos. Contudo, mesmo diante de tais esforços, ter epilepsia gera grande impacto na qualidade de vida e cotidiano das pessoas1.  De acordo com a literatura cerca de 70% dos indivíduos com epilepsia tem suas crises controladas por meio do uso de drogas antiepilépticas (DAE), ou seja, 30% não respondem adequadamente a esse tipo de tratamento.2 Devido ao impacto desta condição de saúde na vida daqueles que a possuem, o tratamento objetiva, além do controle das crises, a melhora na qualidade de vida (QV)3. Assim, tem-se falado em qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) que envolve os valores atribuídos à vida, as percepções das relações familiares, as condições sociais, limitações impostas pela doença crônica e pelas características da assistência à saúde4. Em estudo prévio realizado sobre o tema, os orientadores e esta pesquisadora, em conjunto com demais autores, verificaram que atividades como sair de casa sozinho, procurar e manter o emprego estão entre as principais queixas do sujeito com epilepsia e que quando avaliadas no seu nível de satisfação com o desempenho interferem, assim como a depressão, na qualidade de vida destas pessoas. A partir dos resultados levantados nesse estudo prévio este pesquisa propõe, enquanto objetivo inicial, investigar e descrever, dentro de uma perspectiva biopsicossocial, quais são os principais fatores que interferem na capacidade e desempenho para o trabalho do sujeito com epilepsia.  Previamente, identificou-se restrições relacionadas à socialização, possibilidades em sair de casa, acesso à educação, busca e permanência no trabalho. Para este estudo, o trabalho será definido como temática central para análise, na busca de estabelecer relações entre o de.
Situação: Em andamento.
Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .

Integrantes: Renato Nickel – Coordenador / Lauren Machado Pinto – Integrante / Carlos Eduardo Silvado – Integrante.
Número de orientações: 1


A utilização de adaptações para facilitação da escrita em pacientes com diagnóstico de ataxia espinocerebelar

2011 – 2013

A utilização de adaptações para facilitação da escrita em pacientes com diagnóstico de ataxia espinocerebelar

Descrição: A UTILIZAÇÃO DE ADAPTAÇÕES PARA FACILITAÇÃO DA ESCRITA EM PACIENTES COM DIAGNÓSTICO DE ATAXIA ESPINOCEREBELAR.
Situação: Em andamento.
Natureza: Pesquisa.
Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) .

Integrantes: Renato Nickel / Thaís Vaz Canelossi Rosa – Coordenador.


Estudo descritivo do desempenho de dirigir automóveis e direção segura de pessoas com diagnóstico de Doença de Parkinson

2011 – 2013

Estudo descritivo do desempenho de dirigir automóveis e direção segura de pessoas com diagnóstico de Doença de Parkinson

Descrição: Mobilidade na comunidade através da direção segura de automoveis realizada por pessoas com diagnóstico de doença de Parkinson. Processo de Terapia Ocupacional. Política publica relacionada ao trânsito. Revalidação da carteira nacional de habilitação (CNH).
Situação: Em andamento.
Natureza: Doutorado.

Integrantes: Andréa Fedeger – Doutoranda/ Hélio Teive – Orientador/Renato Nickel – Co-orientador


Cronograma 2020

Seguindo a última resolução do CEPE sobre o novo calendário acadêmico de 2020 (Resolução Número Resolução 24-19-CEPE define-se o cronograma para a Disciplina de Terapia Ocupacional Aplicada a Neurologia/ 2020.

Cronograma

  1. 05.03.20 – Apresentação disciplina – A Saúde da Pessoa com Deficiência: diretrizes, políticas e ações;
  2. 12.03.2020 – Sinais e sintomas de alterações do SN;
  3. 19.03.2020 – Avaliação funcional;
  4. 26.03.2020 – Avaliação da Funcionalidade – WHODAS 2.0;
  5. 02.04.2020 – Teorias de controle motor e aprendizagem motora, aplicação na neuroreabilitação;
  6. 09.04.2020 – Métodos, abordagens e procedimentos em reabilitação neurológica;
  7. 16.04.2020 – Primeira prova bimestral;
  8. 23.04.2020 – Estabelecendo objetivos de intervenção – Gestão do processo de reabilitação;
  9. 30.04.2020 – Principais condições neurológicas em adultos;
  10. 07.05.2020 – Principais condições neurológicas em crianças;
  11. 14.05.2020 – Intervenção em enfermaria;
  12. 21.05.2020 – Intervenção em ambulatório;
  13. 28.05.2020 – Intervenção em ambulatório;
  14. 04.06.2020 – Intervenção na comunidade;
  15. 18.06.2020 – Segunda prova bimestral;
  16. 09.07.2020 – Prova Final.

REFERÊNCIAS


Uso da atividade em Reabilitação Neurológica

Utilização da atividade como ferramenta do processo de intervenção do TO em reabilitação neurológica

Histórico, Fundamentos,  Ciência Ocupacional, Modelos Teóricos

Referências: (Capítulos 1 e 2 –  TROMBLY; Capítulo 2 – NEISTADT&CREPEAU; Capítulo 1 e 2 – Cavalcanti&Galvão)

Guia_para_principiantes_CIF

Ciência Ocupacional    

A QUESTÃO DA PESQUISA EM TERAPIA OCUPACIONAL O CASO

Prática Baseada em Evidência

Referências: (Capítilo 14 – Cavalcanti&Galvão)

PBE aust Journal

PBE in Netherlands

PBE Ireland

PBE OCC Ther Int

Links interessantes para PBE:

http://cochrane.bireme.br/portal/php/index.php  

http://www.otseeker.com/  

http://www.pedro.org.au/portuguese/  

http://www.otdbase.org/

– Avaliação em reabilitação neurológica (Capítulos 3 á 8 – TROMBLY; Capítulos 15 e 16 – NEISTADT&CREPEAU; Capítulos 9 e 10 – Cavalcanti&Galvão);

Avaliações Funcionais: https://toneurologiaufpr.wordpress.com/category/as-avaliacoes/

Contextos de Intervenção

Referências: (Capítulos 9 e 10 – TROMBLY; Capítulo 17 –  NEISTADT&CREPEAU; Capítulo 11 Cavalcanti&Galvão)

Estabelecendo Objetivos de Intervenção

GAS Does it provide added value as a person-centred measure

Goal Attainment Scaling in Rehabilitation a practical guide

SMART

GuideSmart 

Modelos de Prática

Referências: (Capítulos 22 á 29 da TROMBLY; Capítulos 24 e 25 – NEISTADT&CREPEAU)

Bobath Concept Bobath geral concept

Sintomas e Sinais de alterações do SN

espasticidade- conceitos atuais

Espasticidade1   

Tratamento da espasticidade

Distúrbios Neurológicos em Crianças

– Bases para intervenção

Paralisia Cerebral  

AACD – mielomeningocele  

O cuidado da Criança com espinha Bífida  

http://www.distrofiamuscular.net/to.htm 

TO DMP UFSCAR



Referências Bibliográficas da Disciplina

Principais:

  1. CREPEAU, E. B.; COHN, E. S.; SCHELL, B. A. B. Willard & Spackman – Terapia Ocupacional. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
  2. ROWLAND, L. P. MERRIT – Tratado de Neurologia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
  3. TROMBLY, C. A.; RADOMSKI, M. V. Terapia Ocupacional para Disfunções Físicas.  5.ed. São Paulo: Santos Editora,  2005.

Complementares:

  1. CARR, J., SHEPHERD, R. Reabilitação Neurológica – Otimizando o Desempenho Motor. 1.ed. São Paulo: Manole, 2008.
  2. CAVALCANTI, A; GALVÃO, C. R. Terapia Ocupacional – Fundamentação e Prática. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
  3. DAVIES, P. M. Passos a Seguir – O Manual para o Tratamento da Hemiplegia no Adulto. 1.ed. São Paulo: Manole, 1996.
  4. DAVIES, P. M. Exatamente no Centro – Atividade Seletiva do Tronco no Tratamento da Hemiplegia no Adulto. 1.ed. São Paulo: Manole, 1996.
  5. DAVIES, P. M. Recomeçando Outra Vez – Reabilitação Precoce Após Lesão Cerebral Traumática ou Outra Lesão Cerebral Severa. 1.ed. São Paulo: Manole, 1999.
  6. FINNIE, N. R. O Manuseio em Casa da Criança com Paralisia Cerebral. 3.ed. São Paulo: Manole, 2000.
  7. HAGEDORN, R. Ferramentas Para a Prática em Terapia Ocupacional. 1.ed. São Paulo: Roca, 2007
  8. SAÚDE, O. M.; CIF-CJ: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde – Versão para Crianças e Jovens. 1.ed. São paulo: Edusp, 2011.

Estatuto da Pessoa com Deficiência

estatutoPessoaComDeficiencia

Plano Viver sem Limite

Viver sem limite

Portarias COFFITO E SUS

CARTA doc Saúde Funcional

Políticas Públicas e pacto pela saúde

Políticas públicas e pácto pela saúde

Censo 2010 Pessoas com deficiência

cartilha-censo-2010-pessoas-com-deficiencia

Texto para o trabalho com a GAS

Texto para auxiliar no desenvolvimento da GAS Neuro 2014

Sitio referência para buscar avaliações

http://www.rehabmeasures.org/default.aspx

 


CIF

A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) é uma extraordinária ferramenta para pensar e classificar fatores que limitam a atividade e restringem a participação das pessoas. A CIF oferece uma linguagem padrão e uma estrutura para a descrição da saúde e dos estados relacionados à saúde. Ela é organizada em duas partes: Fatores de Funcionalidade e Fatores Contextuais; Os fatores de funcionalidade dizem respeito aos componentes Funções do Corpo, Estrutura do Corpo e Atividade e Participação; Os fatores contextuais dizem respeito aos fatores Ambientais e Pessoais, sendo que os fatores pessoais ainda não são classificados na CIF, mas devem ser considerados em termos de raciocínio clínico.   Existem domínios relacionados aos componentes classificados na CIF, por exemplo: força é um domínio da função do corpo; cérebro é um domínio da estrutura do corpo; andar pode ser classificado como um domínio da atividade; trabalho pode ser classificado como um domínio da participação; e, medicamentos, como um domínio do ambiente. 

A CIF pertence à família de classificações internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS), cujo membro mais conhecido é a CID-10.

Link das Referências da CIF: https://toneurologiaufpr.wordpress.com/2013/02/26/linksarquivos-referencias-cif/


Escala de Avaliação de Fugl Meyer – EFM

A Escala de Avaliação de Fugl-Meyer -EFM – é designada especificamente como avaliativa da recuperação do paciente hemiplégico. É dividida em cinco domínios: função motora, sensibilidade, equilíbrio, amplitude de movimento e dor. O domínio da função motora inclui mensuração do movimento, coordenação e atividade reflexa de ombro, cotovelo, punho, mão, quadril e tornozelo, totalizando 100 pontos, sendo 66 referentes à extremidade superior e 34 referentes à extremidade inferior. Dependendo do escore total o paciente pode ser classificado como tendo comprometimento severo, moderado ou leve. Em estudos que revisaram criticamente as propriedades psicométricas da EFM, os autores mostraram excelente confiabilidade e validade e sugeriram que a escala é sensível a mudanças. A tradução da EFM para a língua portuguesa baseou-se na versão original de 1975.

Entretanto, a versão traduzida em anexo baseia-se na atual versão da escala; e contém somente a avaliação do membro superior:
Fugl-Meyer MS
 Fugl-Meyer MMII

– Versão Americana e Manual de Utilização:
FMA-ue-english
Leaps Fugl Meyer (Manual de Utilização)

– Artigo de Validação nacional:
Estudo de Confiabilidade da Aplicação da EFM no Brasil